segunda-feira, 20 de maio de 2013

Presidente da Alemanha elogia o Brasil
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O presidente da Alemanha, Joachim Gauck, elogiou nesta segunda-feira, 13, "a coragem" que caracteriza o Brasil em várias frentes, como o fato de ser uma democracia que, além de buscar ser uma economia grande, tem o sexto maior PIB do mundo e busca a melhora das condições sociais de sua população. "A presidente (Dilma Rousseff) teve coragem ao criar a Comissão da Verdade para investigar atos da ditadura militar", destacou. "Por outro lado, o Brasil mostra coragem para abrir sua economia ao comércio global. Penso também no papel positivo que o Brasil deu às Nações Unidas, ao G-20, no Líbano e no Haiti". 



Para o presidente da Alemanha, o Brasil está correto em buscar o desenvolvimento com respeito ao meio ambiente. "E se conseguir derrubar barreiras para o crescimento econômico, então a importância do País para o mundo vai avançar ainda mais", destacou. "Gostamos muito do Brasil porque é uma democracia, defende os direitos humanos e o Estado de direito".

presidente lembrou que cada vez mais empresas brasileiras se engajam na Alemanha e citou que "elas aproveitam os mercados abertos dos quais vivemos como europeus". Por isso, segundo o presidente alemão, o desejo é ampliar as condições para o comercio livre, pois "milhões de pessoas ganham com isso". "É preciso coragem para aceitar a concorrência de cada lado".

Fonte: Estadão

Danilo Carmino aluno do primeiro semestre de RI-UCB

Quem tem boca vaia Roma
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    Na Itália, o impasse político chegou ao fim. O esquerdista Enrico Letta subiu ao cargo de primeiro-ministro com o apoio de uma já prevista, porém inusitada, coalizão entre seu partido, o Partido Democrático, de centro-esquerda, e o Povo da Liberdade, de centro-direita.

    Quando chegou ao poder, Letta prometeu focar seus esforços na criação de novos empregos principalmente para a população jovem. Quase um mês depois, porém, mudanças ainda não foram notadas e o povo está descontente.

    No último sábado(18) milhares de romanos protestaram contra a austeridade e criticaram o primeiro-ministro. Desde o começo do mês a taxa de aprovação do atual governo caiu quase dez por cento.

    Deve-se, no entanto, perceber que o governo de Letta é ainda muito recente e surgiu em meio a muita pressão e expectativa. O descontentamento popular quanto à crise é normal e uma análise referente aos efeitos no novo primeiro-ministro não pode ser precipitada.

Fontes: www.bbc.co.uk, www.g1.globo.com

Victor Milhomem, aluno do primeiro semestre de Relações Internacionais: RI-UCB

domingo, 19 de maio de 2013

Crônica - Com que Direito? (Usina de Belo Monte)
EQUIPE NUCSI15:20 0 comentários



      Todo mundo gosta de futebol. Bom, nem todo mundo. Mas garanto que eu, todos os donos de bar ,emissoras de TV, fabricantes de cerveja , de fogos de artifício e pelo menos mais 50% da população gostam. Se você vive no Brasil sabe que o futebol faz parte da nossa rotina, das tradições e inclusive da nossa economia. E como todo negócio, elegemos nossos ídolos.

Crianças de dez anos sabem quem é o Pelé, que por acaso atingiu o auge de sua carreira a mais de trinta anos. E claro que tivemos muitos outros queridinhos, como o Robinho, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Kaká (as leitoras sabem do que eu estou falando) e agora, a sensação é o jovem e talentoso Neymar. Sorte do Santos e ao mesmo tempo medo e sonho de consumo de qualquer time adversário.

      É natural que as pessoas queiram se espelhar nas figuras públicas que admiram. E se permitem cortes de cabelo desde o(graças a Deus)superado penteado de careca com uma filete de franja, até o mais recente moicano que virou moda. Até super compreensível. Cortes de cabelo falam algo sobre a personalidade da pessoa. Seja ele moderno, diferente, comum ou erro de palpite ou do cabeleireiro(atual definição da minha franja por exemplo).Pelo cabelo dá pra saber até quem passou no vestibular.

      Mas aí outro dia me vi perguntando de onde surgiu a ideia do moicano, não tive que ir muito longe pra lembrar que tinha algo haver com uma tribo indígena dos Estados Unidos. É, Moicanos eram uma etnia de nativos que foi completamente dizimada pelos colonizadores europeus quando chegaram na América do Norte. Aí sem querer me lembrei de outra coisa, uma que tem muito mais haver com minha realidade e por mais que eu corra da ideia, é minha responsabilidade também. Não se engane, é tão minha quanto sua. Estou falando da questão indígena do meu, ou melhor nosso país.

      Se você já ouviu falar de Belo Monte sabe onde eu quero chegar, se não, permita-me dizer: é um projeto de central hidrelétrica em processo de autorização para ser construída no Pará, no Rio Xingu. Pode parecer normal, afinal a energia de que você dispõe ao ligar o computador, assistir TV e acender as luzes, vem da energia disponibilizada por usinas hidrelétricas. Vulga ‘’energia limpa”. Mas esse projeto não apenas desmatará milhares de quilômetros quadrados de floresta amazônica, emitirá quantidades críticas de gases estufa como também coloca em risco cerca de vinte etnias indígenas que vivem no Xingu.

      É claro que enquanto você lê essa crônica muitos movimentos contra essa aprovação e outros a favor de outros direitos de nossos índios estão acontecendo. Mas pelo menos a mim, parece vergonhosa essa atitude de deixar tudo sempre pros outros e não fazer nada. Ninguém faz um corte de cabelo indígena como protesto e nem sai por aí com a cara pintada, talvez a moda não julgue a causa como importante, talvez ainda pareça mais atraente parecer um jogador de futebol. Nós somos contra a globalização da Amazônia, claro, e indiferentes a um projeto devastador desses. Será que realmente temos algum direito sobre o que quer que seja? E o pior é saber que a copa do mundo ainda é um assunto mais discutido do que Belo Monte. 

      Eu amo futebol, de verdade, mas começo a pensar que o verde da minha bandeira e o hino da minha pátria estão beirando a hipocrisia. O mundo pode ter mudado um pouco, mas uma coisa não muda, direito só se tem se se conquista.


Sissa Santos– aluna do 1º semestre de Relações Internacionais/RI-UCB
 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Coreia do Sul retira trabalhadores de zona industrial na Coreia do Norte.
EQUIPE NUCSI16:16 0 comentários



 
     Após uma série de negociações , o regime de Pyongyang recusou mais um convite para uma conversação, que tinha como objetivo acabar com as dificuldades que levaram a suspensão das atividades na zona industrial conjunta com a Coreia do Norte.E na última sexta-feira (26/04),o governo sul-coreano  informou que irá retirar cerca de  170 trabalhadores  que ainda se encontram no parque industrial de Kaesong.


     A decisão agrava as possibilidades de um conflito e coloca em risco o último canal entre os dois países, que foi resultado de um encontro realizado em 2000, na tentativa de melhorar as  relações entre eles .

     Neste mês, o Norte retirou 53 mil trabalhadores do complexo,devido ao aumento da tensão entre as duas Coreias, que desde então vem impedindo a entrada dos trabalhadores do lado Sul.

     O projeto Kaesong, foi inaugurado em 2004 e abriga cerca de 120 empresas sul-coreanas que produzem vestuário,bens domésticos e etc, empregando vários trabalhadores locais.

     A zona era uma lucrativa fonte de receita para o Norte, dando-lhe quase 90 milhões dólares por ano. As fábricas sul-coreanas pagavam cerca de 130 dólares por mês ao governo da Coreia do Norte por cada trabalhador.


Fonte: G1

Ana Claudia– aluna do 1º de Relações Internacionais/Ri-UCB